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Descrição

Volume II. Prosa (débora gil pantaleão)

Editora: Escaleras
Acabamento: capa cartonada
Cor do miolo: preto
Formato: 14 x 21 cm
Páginas: 168
Edição:
Ano: 2022
Idioma: Português
Classificação: não disponível
Categorias: literatura, romance, conto

"Foi em 2015 que publiquei pela primeira vez. Da versão e-book do primeiro livro, Se eu tivesse alma, passamos para a impressa em 2016. De lá pra cá passei por três editoras, Cia do ebook, Benfazeja e Penalux, pousando finalmente na autopublicação pela Escaleras e sentindo o prazer de editar os próprios livros. Com os exemplares esgotados, me perguntei "e por que não?" (embora ainda uma jovem escritora) lançar um volume único com poemas até 2021 e outro com minha prosa até 2019. Cá estamos!" (débora gil pantaleão).

O ‘Volume II’, por sua vez, apresenta textos de outros três livros da autora. Dividido em três partes que recebem os títulos das obras [as novelas ‘Causa morte’ (2017) e ‘repito coisas que não lembro’ (2019), e o livro de contos ‘Nem uma vez uma voz humana’ (2017)], possui comentários de autoras e autores como Anna Apolinário, Luísa Gadelha, Bruno Ribeiro e Berttoni Licarião. “Ler os contos de Débora é descobrir, aninhada nas menores fendas cotidianas, a imensidão complexa de se ter um corpo e uma alma – do verbo ‘ser’, em seus mínimos átomos e maiores dores, além do ‘existir’ muitas vezes maquinal. Difícil é atravessar sua prosa sem percebermos algo muito oculto sobre quem somos ou deixamos de ser. Poucos autores escrevem de forma tão pessoal e ao mesmo tempo tão próxima de quem lê”, escreveu a autora Isabor Quintiere sobre o ‘Volume II’.

Contracapa:

A prosa de débora gil pantaleão pode ser descrita com dois adjetivos experimentalismo e urgência. débora busca na inquietude das formas de um jeito de fazer reverberar as muitas vozes que a atravessam. E há urgência no que diz, seja na boca, nos corpos, nos afetos, nas dúvidas, na ânsia, no delírio, na brutalidade, antítese e paradoxos de suas personagens e tramas. Um balé sem música, sem chances de fuga ou medo. Causa morte, Nem uma vez uma voz humana e Repito coisas que não lembro, que integram esse volume, representam pontos diferentes de uma mesma autora e aponta para a multiplicidade de sua prosa. Há diferentes momentos desde a crueza e instinto da primeira, passando pela dissolução das vozes narrativas da segunda e o arrojo e segurança da terceira. Sua prosa não tem medo de ser disforme e variada da terceira. Sua prosa não tem medo de ser disforme e variada como a experiência humana e promove um encontro, quase simbiose, entre poesia e prosa. E quem disse que elas não hão de habitar uma só persona?
Ivandro Menezes (escritor)

Ler os contos de débora é descobrir, aninhada nas menores fendas cotidianas, a imensidão complexa de se ter um corpo e uma alma - do verbo "ser", em seus mínimos átomos e maiores dores, além do "existir" muitas vezes maquinal. Difícil é atravessar sua prosa sem percebermos algo muito oculto sobre quem somos ou deixamos de ser. Poucos autores escrevem de forma tão pessoal e ao mesmo tempo tão próxima de quem lê.
Isabor Quintiere (escritora)