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R$42,00

Descrição

danças (Eliza Araújo, Quel Medeiros e Maria Clara Montalvão)

Editora: Escaleras
Acabamento: capa cartonada com orelha
Cor do miolo: preto com detalhes em cor
Formato: 15 x 20 cm
Páginas: 72
Edição: 
Ano: 2021
Idioma: Português
Classificação: não disponível
Categorias: literatura, poesia

danças é um livro que existe porque é possível não ser só. Cada poema é escrito a seis mãos, trinta dedos, três cabeças e zilhões de fios de cabelo. Entre telas, teias e veias, as três poetas aqui implicadas fazem versos de estados e estudos. O livro abriga um relicário de discos, bichos, raiva, sexo, saudades, delírios  e mil perguntas sobre ser / estar / existir enquanto o mundo ao redor colapsa. As colagens, misturas e alquimias de danças acontecem - registro em forma de verso - para que o caos, mesmo quando tornando quebradas as pontes e turvas as vistas, não interrompa o caminho até o amor, o ar e a imaginação.

Autoras:

Eliza Araújo descobriu a poesia com Elisa Lucinda e a cozinha com Euza, sua mãe. Medita, escreve diários, ensina, se cura com cheiros e se chora com velas. Está aprendendo a tocar violão e no exercício de ser pessoa, pratica a compaixão radical. Seu primeiro livro de poemas, Segredo de Estado de Espírito (2014), foi lançado pela Editora LiteraCidade. O segundo, Lusco-fusco (2018), foi lançado pela Editora Escaleras, assim como não-foto de momento humano (2021).

Maria Clara Montalvão preferiria não ter um nome ou sobrenome, porém adora que o seu tenha vindo de sua avó e do mar de Santa Clara, no interior do Rio de Janeiro. No interior viveu boa parte de sua vida e assim carrega marcas de bicho-do-mato. No momento, está experimentando ser um bicho mamífero em gestação. Gosta de achar que seus poemas são escritos em pequenas ações, como falar com plantinhas ou compor planos com flores já secas.

Quel Medeiros nasceu em terra paraibana e há de partir perto do mar de lá. Barca ancorada em Olinda e frevos metais, onde se perde e se encontra em sonhos, temperos, fumaça, cheiros, cachaça e pequenas frutas cítricas. Compõe cartas para pessoas vivas e mortas, e sente poemas que, vez ou outra, escreve. Roteiriza devaneios e costura um livre zine chamado máquina, entre rede, duas cachorras, discos e jibóias.