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Descrição

Arte, emoção e caos no tribunal no júri de Ariano Suassuna (Ezilda Melo)

Editora: Studio Sala de Aula
Acabamento: capa cartonada
Cor do miolo: preto
Formato: 15,5 x 23 cm
Páginas: 122
Edição:
Ano: 2020
Idioma: Português
País de Origem: Brasil
Classificação: não disponível
Categorias: não ficção

Contracapa:

Da interligação entre Direito e Arte, deu-se o motivo da escolha da obra Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna. O julgamento é a verdadeira chave para compreensão desta obra, sendo o ponto de intersecção com o Direito, pois se relacionou a instituição do Tribunal do Júri a partir das construções de Ariano Suassuna. Nesta linha de intersecção dialógica entre Direito e Arte, Literatura e Teatro, percebeu-se que as construções imagético-discursivas sobre o Tribunal num Júri se assemelham muito à própria concepção cristã da formação de um Tribunal. Além do paradigma artístico, fez-se uso da teoria do caos. A emoção, considerada o lugar da não segurança jurídica, muito presente neste tipo de julgamento. Uma combinação de leitura sobre o instituto do Júri a partir da tríade: caos, emoção e arte.